Debora Patricia J. Alferes, Advogado

Debora Patricia J. Alferes

São Paulo (SP)

Sobre mim

Advogada
Tenho como escopo defender, assessorar, prevenir e mediar situações, conflitos, causas e processos em circunstâncias peculiares e específicas.
Especializada nas áreas Imobiliário-Condominial, Cível, Família, Direitos Homoafetivo, Trabalhista.

Mediação em todas as causas.

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Debora Patricia J. Alferes, Advogado
Debora Patricia J. Alferes
Comentário · há 12 anos
Um policial militar se distingui da população pelo seu fardamento, quando está em serviço. Isto é o primeiro passo para a população respeitá-lo, já que prezam pela nossa segurança. Primeiro foi o caso de reintegração de posse que já é uma função pesada, por ter que lidar com famílias que não possuem (ou possuem) moradia, pessoas revoltadas pelas circunstâncias, crianças e muitas, muitos dos MTST desocupados protegidos pelo Governo, muitos carregam armas, DEPOIS o caso do camelô, na 25. O número de policiais que chegam a estas reintegrações e combates à piratarias é bem inferior a população sempre. Imagino aquele grupo de PMs, tendo que retirar aquele povo de onde se hospedaram clandestinamente. Vi sofás sendo atirados de janelas, colchões, bombas, ônibus pegando fogo, todo o comércio fechado por conta de saques e quebra-quebra. Aquele povo atirando pedras, bombas, xingando os policiais na 25 de março. Como fica a tensão e os nervos destes PMs, que também são seres humanos, tem familiares esperando por eles, e que de repente, não era ali que gostariam de estar? ... bem, eu, que faço parte da sociedade, não afrontaria um Policial Militar, mesmo pq sei que ele está ali para cumprir sua função, jamais avançaria nele para tirar de suas mãos armas permitidas por Lei e para defesa dele e da população.
O número da população cresceu muito, assim como desocupados, bandidos e a criminalidade. Agora pegunto : você acha certo, um do povo, avançar num grupo de policiais para desarmá-lo? .... este grupo de PMs está tenso e rodeado pela população, a qualquer momento podem ser massacrados. Se aquela "pessoa" que avançou no PM para desarmá-lo tivesse conseguido, vocês tem noção de qual seria o próximo passo daquele povo todo que ali estava? a vitória seria deles. A PM já está falida por não poder exercer sua função. Qualquer ato de defesa ou até de defender alguém da sociedade são afastados, vão presos, fazem tratamentos psicológicos, respondem criminalmente pelo seu ato de defesa legítima, imagine agora ter que entregar a alma aos bandidos. Quero ver chegar a hora em que ninguém mais vai fazer inscrição em concursos públicos, estes que defendem o crime, vão correr para onde? APOLOGIA À CRIMINALIDADE NÃO.
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